O livro e sua força humanizadora


Interessante notar o que um livro pode fazer na alma de uma pessoa.

Todas as obras, com seus merecidos propósitos, merecem sair das prateleiras. O nascimento de um livro não se faz em sua elaboração, elaboração é processo. Esse nascimento acontece quando existe um leitor engajado que se propõe a fazê- lo viver. O mundo ficcional existente no universo da literatura sempre me atraiu e encontrei lá, por diversos momentos, uma forma de salvar as minhas angústias. É preciso disposição e humildade para envolver- se com as palavras, para senti- las, para dar a elas o seu real significado.

Em minha travessia, conheci algumas pessoas que me educaram o olhar para a leitura, outras me ensinaram a ter paixão pelos livros, outras só me sugeriram títulos... Não importa, o que mais me tocou nessas experiências foi entender tudo aquilo o que esses livros puderam fazer pela alma dessas pessoas. Elas se deixaram envolver, entraram na relação, “baixaram a guarda”. Um dia, uma certa amiga me apresentou uma obra que arrebentou todas a minhas amarras, fez- me tão desprotegida que entendi a sua força humanizadora. Foi uma experiência tão reveladora que eu compreendi que não era eu quem estava dando a vida àquela obra, mas ela era quem estava trazendo a vida para dentro de mim.



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Mãe, professora, autora de materiais didáticos, doutoranda em Literatura e Crítica literária pela PUC-SP. 

Idealizadora do Veredas do Texto e criadora de conteúdo 

Regiane Boainain 

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