Júbilo


Oi, gente!

O Veredas do Texto recebeu a feliz incumbência de escrever os materiais didáticos para as obras da editora Amelì. Isso significa que em breve, vc, professor, bibliotecário, mediador de leitura, terá oportunidade de ter acesso gratuitamente aos materiais escritos a partir das obras do catálogo dessa editora que veio para ficar.

Júbilo é uma das lindezas do catálogo da Amelì. Se ainda não conhece a obra, leia o post até o fim.


SINOPSE

Júbilo, de Andrea Pizarro Clemo, traz a história de um jardineiro, que, após uma vida de trabalho, aposenta-se forçosamente. Sem rumo, o velho empregado entrega-se à tristeza, contra a qual nem a Natureza, sua maior companheira, é capaz de lutar.



Sentindo o abatimento do velho, o Jardim clama por uma “força miúda”. Que força é essa? Seria ela capaz de tirar a tristeza do jardineiro?

SOBRE A AUTORA

Júbilo foi escrito por Andrea Pizarro Clemo. A autora e ilustradora chilena estudou Desenho Industrial, na Universidad del Bío Bío, trabalhou como diretora de criação na agência de Multimídias 360 Mediagroup de Concepción e assina várias títulos infantis.

A autora confessa que é inspirada por todas as crianças que andam ao redor do mundo e também todas aquelas que sempre habitam em nós.

ESPECIFICIDADES DA OBRA

Ao abrir Júbilo, somos tomados pela leveza e calmaria do rosa na guarda do livro. Ao lado esquerdo inferior, flor dente-de- leão, já em estado de sopro, ajuda a compor a leveza da página. Mais adiante, na página de créditos do livro, percebemos a imagem de um jardineiro e seu ofício em uma sequência temporal. É o tempo dedicado à natureza que faz o jardineiro se confundir com o jardim, como sugere o seu chapéu, semelhante às copas das árvores. Mas por que o homem estaria cabisbaixo?

Por meio de um poema narrativo, todo rimado, o leitor descobre o motivo da tristeza de Juvenal: ter sido aposentado forçosamente. Perdido em um labirinto, o jardineiro se entrega à tristeza. Nas páginas que seguem, a moldura deve ser observada, já que o jardim, antes tão bem cuidado, vai invadindo a página do texto, a ponto de emaranhar-se no corpo triste do jardineiro e extrapolar os limites da moldura.

Mais detalhes, acesse o IGTV do @veredasnoinsta

Fico por aqui!

Grande beijo!

Regiane Boainain


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Regiane Boainain 

Idealizadora do Veredas do Texto e criadora de conteúdo 

Mãe, professora, autora de materiais didáticos, doutoranda em Literatura e Crítica literária pela PUC-SP. 

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